Greenpeace lança aplicativo para identificar alimentos transgênicos na China

Legislação chinesa obriga a avisar nos rótulos se os alimentos contêm matérias-primas modificadas geneticamente Continuar lendo

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Procurador da República rebate artigo de Kátia Abreu

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O doutorando em Direito Constitucional e procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes publicou texto no jornal Folha de São Paulo nessa quinta-feira (24) rebatendo as afirmações da senadora Kátia Abreu (PSD-TO), que no dia 12 de outubro, no mesmo jornal, divulgou texto com o título “Pragas ideológicas”. A senadora, grande interessada no dinheiro da indústria química e “defensora dos interesses econômicos das empresas estrangeiras”, criticou a solicitação do Ministério Público Federal (MPF) para que a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) promovesse audiência pública e estudos técnicos antes de liberar sementes transgênicas de soja e milho resistentes a agrotóxicos perigosos para comercialização.

Segundo Lopes, “o pedido do MPF foi motivado por informações prestadas por vários pesquisadores, alguns membros da própria CTNBio”.

“A sociedade não silenciará”, afirma Lopes no título do artigo. Como a solicitação não teve acolhimento na CTNBio, o MPF decidiu promover, ele próprio, uma audiência pública para “debater com a sociedade civil os efeitos diretos e indiretos que podem ser produzidos caso sejam liberadas as sementes transgênicas de soja e milho tolerantes ao herbicida 2,4-D.”

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Documento apresenta estudo sobre consumo de transgênicos

n_transgenicos_mt_712995141O Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário (NEAD) publicou o documento intitulado “Levantamento e análise de estudos e dados técnicos referentes ao consumo de plantas transgênicas: o caso do NK603”, de autoria do pesquisador Gilles Ferment. O estudo foi realizado com o apoio do Órgão das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).

O documento realiza uma análise de estudos e dados técnicos sobre o consumo de plantas transgênicas, com foco no caso do NK603.

“O conjunto de estudos disponível sobre o assunto tende a apontar convergência de elementos científicos que associam o consumo de determinadas plantas transgênicas a sinais de intoxicações crônicas em órgãos chaves e a perturbações endócrinas, principalmente estrogênicas. A participação dos herbicidas Roundup nos processos toxicológicos associados ao consumo de plantas transgênicas tolerantes ao glifosato representa um elemento central na avaliação do risco para a saúde dessas plantas GM, o que deve continuar tendo a atenção das comunidades científica e regulatória.”

Acesse aqui o documento: Levantamento e análise de estudos e dados técnicos referentes ao consumo de plantas transgênicas: o caso do NK603

Agapan debate transgênicos no RS

Agapan debate transgênicosNa próxima segunda-feira (12/8), a Agapan volta a debater a questão dos transgênicos no Rio Grande do Sul. Com a liberação pelo governo do Estado do uso de sementes de milho geneticamente modificados no programa troca-troca, a questão ganhou amplitude e atraiu o foco da atenção pelo perigo que pode representar para o solo gaúcho, assim como para as reservas aquíferas e a saúde da população. “As lavouras transgênicas e o desenvolvimento gaúcho: promessas, resultados e riscos sob a perspectiva do retrocesso ambiental” é o título do debate que acontece no auditório da faculdade de arquitetura da UFRGS, às 19h. A entrada é franca.

Os debatedores são: Leonardo Melgarejo, engenheiro agrônomo e extensionista rural da Emater/RS – Ascar, José Renato Barcelos, advogado pós-graduado em Direito Ambiental Nacional e Internacional, e Júlio Xandro Heck, químico industrial de alimentos e pró-reitor de Pesquisa e Inovações do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS). Mais informações, na página do evento no Facebook.

 

Agapan Debate

Data: 12 de agosto de 2013

Hora: 19h

Local: Auditório da faculdade de arquitetura da UFRGS – Porto Alegre (RS)

 

Laranja: mecânica ou transgênica?

Laranja-transgenica

Os consumidores vão ter que engolir mais esta: em breve, as prateleiras dos supermercados estarão cheias de laranjas transgênicas. E, no que depender dos produtores, como sempre, a preferência será não rotular. Afinal, eles têm medo de quê?

Conforme o monitoramento da CTNBio, feito pela *AS-PTA, “na reunião realizada ontem (16/5), a CTNBio aprovou regras para isolamento de experimentos com laranjeiras transgênicas. A partir de agora as empresas poderão realizar pedidos para essas pesquisas já tendo em vista uma futura liberação comercial de laranjas transgênicas no mercado.”

http://aspta.org.br/