Iniciativa popular planeja #DiaVerde

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Ambientalistas divulgam carta aberta cobrando informações sobre a Operação Concutare

Agapan entrega  carta à PF

Foto: Agapan

Hoje, 29 de abril, quando completa um ano da deflagração da Operação Concutare, a Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), o Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (Ingá), a Assembleia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente (Apedema) e o Movimento Gaúcha em Defesa do Meio Ambiente (Mogdema) divulgam uma carta aberta direcionada ao Ministério Público Federal e as secretarias do Meio Ambiente do município de Porto Alegre do Estado do RS, cobrando esclarecimentos sobre o andamento das investigações, que encontram-se, ainda, em segredo de Justiça. Continuar lendo

Acorda, Zé!

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Porto Alegre vive momentos tenebrosos. Muitos não percebem isso. Hoje almocei com um amigo, o Zé, que sabe sobre determinados fatos que estão acontecendo pela ótica da RDS. (Ele e tantos outros, suponho.)

Para o Zé, meu amigo, está tudo bem, “apenas umas árvores foram cortadas porque é necessário para o progresso”. Assim tem sido, coincidência ou não, o discurso da RDS e da Dand, que muitos tomam para si, passivamente. Talvez, não seja o caso do Zé. Talvez, por outras razões (sabe-se lá quais), ele tenha o mesmo discurso da RDS e da Dand sem ser influenciado por elas. Talvez.

Esse meu amigo é uma pessoa do bem, mas não curte muito aprofundar os assuntos sociais. Acha isso coisa chata. Se for sobre o meio ambiente, é coisa “ecochata”. Se posicionar então, “pra quê?” O prazer de assistir a um jogo de futebol e ouvir notícias de futebol e sonhar com o futebol já o satisfaz. Os poucos jogos da Copa do Mundo que serão realizados aqui em Porto Alegre em 2014 justificam tudo, qualquer coisa (para ele).

Eu tenho muito carinho pelo meu amigo Zé e, portanto, usando as palavras do Samuel Egger, um dos 27 acampados presos de Porto Alegre, do qual reproduzo e recomendo a leitura do texto abaixo, publicado originalmente no Facebook, prometo: Zé, “seguirei lutando enquanto você não acorda”.

Considerando a quantidade de bobagens, omissões e mentiras descaradas que estão sendo divulgadas na grande mídia de Porto Alegre, decidi escrever meu relato a respeito dos acontecimentos desta madrugada no gramado ao lado do prédio da Câmara de Vereadores, de onde o acampamento Ocupa Árvores e seus habitantes foram desalojados a pauladas pela Brigada Militar. Penso que sou bastante capacitado pra falar sobre este assunto, por que eu fui um dos algemados. E por isso, descreverei os fatos da maneira mais direta, e talvez crua, que eu consigo imaginar.

Primeiro, eu não sei por que serei indiciado por “desacato ou desobediência à ordem policial”, e não sei por que a Zero Hora, maior jornal do Rio Grande do Sul, dá a entender na reportagem em seu site que apenas os manifestantes que resistiram à retirada das barracas foram algemados. Nosso crime, se realmente existe algum, foi termos montado nossas barracas em uma área de grande interesse para a especulação imobiliária e para as grandes empreiteiras, e nossa resistência talvez tenha sido nossa cara de sono e espanto. Fomos acordados à pauladas e gritos para que nos deitássemos no chão e calássemos a boca, enquanto os policiais presentes se certificavam de que todos nós estávamos algemados. Também não entendo que tipo de resistência nós, os vinte e sete prisioneiros, sem treinamento ou equipamento militar, poderíamos oferecer contra todo o contingente policial que foi deslocado para nos conter. E não precisa acreditar em mim, basta olhar na notícia da Zero Hora as fotos e os batalhões envolvidos – 200 soldados da Brigada Militar, do Batalhão de Operações Especiais (BOE) e do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE), sem contar a polícia montada, que também estava lá.

Devemos ser um grupo bastante perigoso para justificar não apenas todo esse exército contra nós, como também o profundo desprezo, ridículo e humilhação com que fomos tratados pelos soldados da operação. Fomos arrancados de nossas barracas, jogados no chão, algemados e, quando abríamos a boca para pedir qualquer coisa, não importasse com quanta cordialidade o fizéssemos, ou nos mandavam calar a matraca, ou sofríamos algum tipo de agressão. Talvez por eu ser homem, branco e aparentemente de classe média, eu tive tratamento VIP, e só tomei uns puxões pelas algemas, uns empurrões e muita cara feia, nada que valesse um exame de corpo-delito. Porém, aposto que não posso dizer o mesmo dos companheiros que são negros, moram na rua ou parecem ser pobres. E mesmo assim, apesar de terem pegado leve comigo, eu nunca me senti tão humilhado em toda minha vida.

Depois de termos sido empilhados em um camburão improvisado e levados para a 9ª Delegacia de Polícia, ao lado do Mercado Público, fomos submetidos a um chá de cadeira de algumas horas – só que algemados, em pé e de cara contra a parede. Quem tentasse telefonar para algum familiar para avisar que estava preso tinha seu celular confiscado, quem tentasse registrar a cena com algum aparelho fotográfico era intimidado, e quem quer que falasse um ai tomava um empurrão. A mensagem que os soldados nos passavam era clara: obedeçam, ou vão apanhar. Às vezes, essa mensagem vinha de maneira clara, e em outras, sob um verniz de educação: “tô te pedindo numa boa”, “por gentileza”.

Por algum motivo que desconheço, fui premiado com uma revista completa por dois brigadianos homens, que me levaram, sozinho, para um banheiro ali no canto. Eu, muito ingênuo, perguntei se eu iria apanhar. Um dos policiais riu da minha cara, dizendo “olha as idéias que vocês tem, agora tira a calça.” Antes de me mandar baixar a cueca, ele me perguntou se eu tinha alguma droga comigo – talvez por conta de algum boato de que sexo comigo era viciante, ou qualquer outra idéia sobre drogas tão razoável quanto. E, enquanto passava por esse pente fino, tentava estabelecer um diálogo, saber por que diabos eu estava ali, qual era meu crime. Contudo, a conversa acabava rápido, por que tudo o que tinham para me dizer era “por que tu foi desobedecer as ordens por causa de umas árvores?” Voltei, então, para a sala de espera, novamente algemado, até que algum oficial tivesse a boa vontade de mandar retirá-las.

Após termos todos sidos devidamente identificados e fichados, passamos por uma última humilhação: recolher nossas coisas, jogadas de qualquer jeito e quebradas na caçamba de um caminhão. Mais uma vez, eu não tive problemas, pois tinha levado apenas uma mochila com alguns livros, e o maior risco que eu corria era de ir trabalhar sem um pé da meia. Outros camaradas meus, que trabalham com artesanato, não são classe média ou que moram na rua, a perda foi muito maior – perderam suas poucas e preciosas roupas, seu sustento, seu lar. Fico imaginando que muita gente que vai ler esse meu texto vai pular direto para os comentários pra me chamar de vagabundo, dizer que eu tinha mais é que apanhar por não trabalhar e obedecer a lei, que mendigo é tudo drogado, puto ou lixo humano e que é melhor eu calar o bico e tocar minha vida, parar de me meter onde não sou chamado. Pra essas pessoas, que provavelmente acham a frase “direitos humanos para humanos direitos” o máximo, posso apenas dizer: ainda bem que nada disso aconteceu com vocês. Ainda bem que quando um policial chega perto, vocês não sintam o sangue gelar, e ainda bem que vocês não sabem o que é perder tudo que você chama de vida assim, de uma hora para a outra, por puro capricho de um governante qualquer. Esta madrugada, acampamos no largo do Gasômetro para impedir que elas fossem cortadas, mas nossa luta não é só isso. Eu não milito em causa própria, por glórias, atenção, dinheiro ou cargos. Eu luto por que eu quero viver em um mundo onde ninguém – nem vocês, nem os moradores de rua, nem os soldados da Brigada – precise passar por privação, desprezo e humilhação. Esta luta também é sua e estamos do mesmo lado. Só que você ainda não percebeu, por que não entende que a liberdade de um é a liberdade de todos.

Por fim, este dia nasceu triste, cinzento e opressivo, mas também é um dia de alegria, pois sinto que hoje tive meu batismo de fogo. Quando fui algemado, eu era apenas um menino idealista, mas quem saiu da delegacia foi um homem. Finalmente, entrei para o honroso grupo de pessoas que foram presas por que ousaram desafiar a tirania e combater a injustiça. Finalmente, sinto-me um igual, não apenas diante de homens e mulheres como Gandhi, Emma Goldman e Thoreau, mas também daqueles camaradas que a muito tempo gritavam para que eu me somasse à luta. Se queriam me assustar com ameaças, e fazer com que eu me recolhesse para dentro do meu mundo, fracassam, pois hoje, descobri que não quero viver em uma “democracia” eu precise me calar e seguir as ordens dos meus superiores, e jurei que farei tudo que estiver ao meu alcance para tornar o mundo onde eu quero que meus filhos cresçam. Guardarei um lugar aqui pra ti, no dia em que perceberes o mesmo, e seguirei lutando enquanto você não acorda.

Por Samuel Egger

Em defesa das árvores de Porto Alegre

manifesto

Nesta segunda-feira (20), mais uma vez tive a oportunidade de colaborar com um movimento que luta por uma causa nobre. Após a manifestação iniciar em frente à Prefeitura de Porto Alegre – que teima em destruir as maravilhosas árvores do Centro Histórico da cidade -, o grupo de manifestantes, do qual também fiz parte, seguiu pela Rua da Praia (Dos Andradas) em direção ao acampamento onde alguns jovens resistem em condições precárias para proteger as árvores que estão marcadas para morrer.  São jovens muito especiais, imbuídos de sentimentos nobres e instintos de sobrevivência. Nesse meio tempo, quase chegando à Usina do Gasômetro, próximo ao acampamento, recebi uma ligação muito importante. Era a minha filha querendo saber por que eu ainda não havia chegado em casa. Expliquei que lutava por uma causa nobre, junto a mais de trezentos abnegados cidadãos que deixaram de estar no conforto de seus lares naquele momento, junto às suas famílias, para caminharem sob o chuvisqueiro de uma noite úmida para lutar por uma sociedade mais humana e por melhores circunstâncias para a geração dela, que assumirá o controle político da nossa sociedade dentro de duas ou três décadas.

Minhas forças se renovaram quando escutei, do outro lado da linha, a minha filha de 11 anos dizendo: “Pai, saiba que eu estou aí com vocês. Precisamos disso, viu”. Nessa hora, não resisti às lágrimas da emoção. A voz engasgou. Mas, a força recebida foi tanta que, tão logo consegui me despedir com um quase soluçado “te amo”, pude acompanhar o coro de bravos manifestantes e bradar junto daqueles companheiros as frases em defesa das nossas árvores e da vida.

Mais do que um ato simbólico e de amor, a defesa das árvores de Porto Alegre é uma resistência ao sistema autodestrutivo que estão nos impondo. “Mais amor, menos motor”, já diz uma frase que estampa cartazes espalhados pela cidade.

Talvez muitos não entendam ainda. Alguns não concordam e até acreditam que defender as árvores é barrar o progresso.

Então, eu pergunto: Que progresso? O que tem de tão importante a ser construído que justifique, sempre, destruir nossas principais riquezas?

Se a vida moderna costuma seduzir com suas armadilhas midiáticas e superficiais, que geralmente são artificialmente destrutivas, por que não refletir sobre isto e despertar para reconhecer o que realmente importa e que nos foi dado gratuitamente, com a simples missão de conservar em bom estado?  Sim, estou falando do nosso patrimônio natural, o mais belo e precioso bem que recebemos de graça e que temos o dever de preservar e proteger com todas as nossas forças.

Ainda que seja uma opção difícil e que encontre a resistência e a incompreensão de muitos, lutar pela natureza é uma ação nobre e vital.

Mas, acreditem, lutar pela vida sempre vale a pena!

Como diz o lema da Agapan: A vida, sempre, em primeiro lugar!

Apedema/RS protocola carta para autoridades gaúchas em protesto contra a ampliação dos megainvestimentos em Celulose no RS

316571_398712140205635_2128032699_nA Assembleia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul – Apedema/RS, vem a Vossa Senhoria manifestar sua posição em relação à ampliação de megainvestimento da Celulose Riograndense em nosso Estado.

Na década de 70, justamente durante o surgimento do movimento ambientalista no Brasil, e em especial com a criação da Agapan, houve um dos mais importantes embates contra as empresas poluidoras no Estado do Rio Grande do Sul. Tratava-se do caso da empresa de celulose Borregaard, que começou suas atividades, em 1972, na cidade de Guaíba. O nome da empresa chegou a ser sinônimo de mau cheiro (odor de repolho podre) que afetava a zona sul de Porto Alegre e, não raras vezes, toda a cidade.

Em 1974, a referida empresa teve o cancelamento de seu funcionamento por mais de três meses até que resolvesse todos os aspectos relativos às emissões aéreas e aos efluentes resultantes de sua operação, considerados nocivos à saúde pública e ao meio aquático. Depois da Borregaard, veio a Riocell, logo depois a Aracruz, e agora a Celulose Riograndense, de capital chileno (CMPC). Esta última anuncia agora sua ampliação (de 400 milhões de toneladas para 1,75 milhões de toneladas), alardeando a criação de milhares de empregos, como a Aracruz fez em 2008, antes de quebrar. Mas pouco se fala que 90% da celulose produzida serão para exportação e menos de 10% para sua transformação em papel, aqui no Brasil.

Cabe lembrar que em 2008, a então empresa Aracruz, que anunciava também a ampliação da planta industrial, e que possuía investimentos do BNDES, tinha aplicado em derivativos (especulação financeira), tendo sido afetada pela crise econômica mundial, gerada nos EUA, vindo a perder em poucas semanas algo como 2 bilhões de reais.

Nestas quatro décadas, o crescimento da planta industrial não eliminou, de todo, o cheiro ruim, principalmente no município de Guaíba. Além disso, pairam sérias dúvidas, de parte de técnicos da FEPAM e também de ambientalistas de renome, como o Prof. Flávio Lewgoy, sobre os sérios riscos à saúde humana e meio ambiente, ligados a enorme carga de poluentes (dioxinas, furanos, gases de enxofre, etc.) gerados por este e outros empreendimentos industriais concentrados na região.

Cabe destacar que estamos lidando com um voo no escuro, tanto do ponto de vista ambiental como econômico. Atualmente, a Fepam tem sua rede de monitoramento da qualidade do ar na Região Metropolitana de Porto Alegre praticamente sucateada, ou seja, sem funcionar. Por outro lado, a SEMA não consegue fiscalizar a implantação de todos os megaplantios de eucalipto que convertem parte importante do que resta de campos nativos do bioma Pampa, por falta crônica de técnicos e de condições adequadas de trabalho. Esta semana, mais uma vez, documentos das associações de funcionários da Fepam e Ddfap chamam a atenção à sociedade gaúcha sobre a falta de solução também com respeito ao prédio parcialmente interditado da SEMA, há quase 10 meses.

Em relação a estes megaempreendimentos de celulose associados a monoculturas arbóreas – também criticados no Chile, Uruguai e Argentina – há alguns anos, o escritor uruguaio Eduardo Galeano escreveu umartigo marcante, denominado “Salva vidas de Chumbo” (2007) questionando semelhantes megainvestimento de celulose em seu país:

O que esses esplendores nos deixaram? Nos deixaram sem herança nem bonança. Jardins transformados em desertos, campos abandonados, montanhas esburacadas, águas apodrecidas, longas caravanas de infelizes condenados à morte antecipada, palácios vazios onde perambulam fantasmas…Agora, chegou a vez da soja transgênica e da celulose. E outra vez repete-se a história das glórias fugazes, que ao som de seus clarins nos anunciam longas tristezas.[…] A celulose também está na moda, em vários países. Agora, o Uruguai está querendo se transformar num centro mundial de produção de celulose para abastecer de matéria prima barata as longínquas fábricas de papel. Trata-se de monocultivos para a exportação, na mais pura tradição colonial: imensas plantações artificiais que dizem ser bosques e se convertem em celulose num processo industrial que arroja detritos químicos nos rios e torna o ar irrespirável.

 

O Estado do Rio Grande do Sul não merece ser, mais uma vez, palco de megainvestimentos de alto risco, ligados a um jogo econômico que, de antemão, concentra capital na mão de poucos, espalha monoculturas e ameaça a saúde da população e ao meio ambiente.

 

A sociedade gaúcha clama a responsabilidade de seus governantes para que se abandonem as atividades calcadas em gigantescos empreendimentos, de alto risco, e priorizem sua atenção aqueles setores que mais estão associados à sustentabilidade econômico-ecológica como as tecnologias sociais, associadas prioritariamente em energias brandas, a agroecologia, ao turismo rural e ecológico, entre outros.

 

Porto Alegre, 12 de dezembro de 2012.

 

Assembleia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente do RS

 

Afiliadas  da Apedema/RS (em ordem alfabética)

Atualização: Janeiro de 2012

 

Ação Nascente Maquiné (ANAMA/Maquiné);

Amigos da Paisagem Preservada de Quintão (APAIPQ/Palmares do Sul);

Associação Ambientalista Biguá (Arambaré);

Associação Ambientalista da Costa Doce (A.A.C.D/Camaquã);

Associação Amigos do Meio Ambiente (AMA/ Guaíba);

Associação Amigos do Meio Ambiente  (AMA/Carazinho);

Associação Bentogonçalvense de Proteção ao Ambiente Natural (ABEPAN/Bento Gonçalves);

Associação de Preservação da Natureza Vale do Gravataí (APN-VG/Gravataí);

Associação Ecológica Canela (ASSECAN/Canela);

Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (AGAPAN/Porto Alegre);

Associação Ijuiense de Proteção ao Ambiente Natural (AIPAN/ Ijuí);

Associação Sãoborjense de Proteção ao Ambiente Natural (ASPAN/São Borja);

Centro de Estudos Ambientais (CEA/Pelotas/Rio Grande);

Fundação Gaia (Porto Alegre);

Fundação Mo’ã (Santa Maria);

Grupo Ecológico Guardiões da Vida (GEGV/Passo Fundo);

Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (GESP/Passo Fundo);

Maricá – Grupo Transdisciplinar de Estudos Ambientais (Viamão);

ONG H2O Prama (Porto Alegre);

Igré – Associação Sócioambientalista (Igré/Porto Alegre);

Instituto Ballaena Australis (Santa Vitória do Palmar);

Instituto Biofilia (Porto Alegre);

Instituto Econsciência (Porto Alegre);

InGá – Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (Porto Alegre);

Instituto Orbis de Proteção e Conservação da Natureza (Caxias do Sul);

Instituto Patulus (InPa/Bento Gonçalves);

Movimento Ambientalista Os Verdes de Tapes (Tapes);

Movimento Ambientalista Verde Novo (São Lourenço do Sul);

Movimento Roessler para Defesa Ambiental (Novo Hamburgo);

Núcleo Amigos da Terra Brasil (NAT/Porto Alegre);

Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (NEMA/Rio Grande);

Biofuturo – ONG Resgatando o Futuro da Biodiversidade (Santa Maria, RS);

ONG Solidariedade (Porto Alegre);

Projeto MIRASERRA (Porto Alegre e São Francisco de Paula);

União Pedritense de Proteção ao Ambiente  Natural (UPPAN/Dom Pedrito);

União pela Vida (UPV/Porto Alegre);

União Protetora do Ambiente Natural – UPAN (São Leopoldo, RS)

 

Uma Mensagem de Pandora

“Uma Mensagem de Pandora” é um mini-documentário especial produzido por James Cameron sobre a batalha para impedir a construção da Usina de Belo Monte no Rio Xingu, um dos grandes tributários do Rio Amazonas. Junte-se à campanha para proteger a Floresta Amazônica e seus povos ao mobilizar-se agora.