Cúpula dos Povos: Movimentos internacionais propõem rearticulação

“Uma das grandes propostas da Cúpula dos Povos é rearticular os movimentos internacionais de luta por justiça ambiental e social. Por isso, é importante que todos participem.”

Llanisca Lugo.

Em março, representantes de organizações internacionais reuniram-se para discutir a metodologia da Cúpula dos Povos junto ao grupo de articulação do evento, que hoje é composto por cerca de 50 redes de diversos países.  Aproveitamos a ocasião para conversar com Hector de La Cueva, da Coalisão Mexicana do G20, com Martín Drago, da ONG Amigos da Terra Internacional, e com Llanisca Lugo, da Convergência de Movimentos de Povos das Américas (Compa).

Em vídeo, eles falam sobre os objetivos da conferência paralela à Rio+20. Além de citar os três eixos de orientação das atividades da Cúpula ( denunciar as causas da crise socioambiental, apresentar soluções práticas e fortalecer movimentos sociais do Brasil e do mundo), também fazem um convite para toda a sociedade civil.

“Uma das grandes propostas da Cúpula dos Povos é rearticular os movimentos internacionais de luta por justiça ambiental e social. Por isso, é importante que todos participem”, destaca Llanisca Lugo.

Confira a versão legendada:

 

Fonte: Cúpula dos Povos
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