ONG gaúcha ganha na justiça o direito de obter informações sobre construção de hidrelétrica

Enquanto o governo brasileiro insiste em alicerçar a  matriz energética do país com construções de usinas hidrelétricas (UHE) sobre importantes áreas do patrimônio natural, como o polêmico caso de Belo Monte, no Xingu, ambientalistas gaúchos conseguem suspender, através de ação na justiça, o andamento do processo da UHE Pai- Querê.

“Não foi a primeira vez que o InGá precisou acionar o Poder Judiciário para obter o processo de licenciamento ambiental do Projeto UHE Pai Querê”, informa a entidade em página na iternet.

Segundo a AGAPAN, o projeto desta hidrelétrica, prevista pelo PAC para ser construída no rio Pelotas, na divisa do RS e SC,  prevê a construção da usina em Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade (MMA, 2007) e em Zona Núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.

Conforme o Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (InGá), ONG autora da ação cautelar movida contra o IBAMA, a construção dessa UHE poderia destruir 4 mil hectares de florestas com araucária, em vales escarpados, e 1,2 mil ha de campos rochosos, de altitude, destruindo também mais de 100 km de corredeiras, com dezenas de peixes endêmicos e restritos a estas condições.

Mais detalhes no portal do InGá.

Justiça Federal determina que IBAMA disponibilize documentos sobre a UHE Pai-Querê antes das Audiências Públicas

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