Cientistas apresentam estudo sobre Código Florestal

Pesquisadores da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da Academia Brasileira de Ciências (ABC) produziram um amplo estudo sobre as leis ambientais do Brasil.

Eles apontam para a necessidade de ampliar esses estudos:

“…em vista da complexidade do assunto, deve ficar claro que os achados aqui reportados podem e devem ser ampliados, o que tornam bem-vindas outras contribuições cientificamente fundamentadas para melhorar a legislação vigente, que resultem em aperfeiçoamentos tanto para a preservação e conservação ambiental, como para o setor agrícola do país”

Portanto, fica claro que a votação a toque de caixa, como pretende a bancada ruralista do Congresso Nacional, é inadequada e pode significar um retrocesso irresponsável para as políticas públicas e a preservação da biodiversidade brasileira.

Também contribuíram com o trabalho pesquisadores das seguintes entidades:

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA); Instituto Butantan; Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais (INPE); Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA); Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); Museu Paraense Emilio Goeldi
(MPEG); Ministério do Meio Ambiente (MMA); Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA); Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (CONTAG); Sociedade
Brasileira de Engenheiros Florestais (SBEF); Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS); Associação Brasileira de Florestas (ABRAFLOR); Rede Brasileira Agro”orestal (REBRAF) e as universidades: UNICAMP, UFRJ, UFRPE, UFV e USP (ESALQ).

Link para O Código Florestal e a Ciência: Contribuições para o diálogo 

A criança que emocionou o mundo em 1992

Sempre é bom recordar o discurso da menina canadense que perturbou os participantes da conferência Rio 92, das Nações Unidas, ocorrida no Rio de Janeiro. Mas, parece que não adiantou muita coisa. Hoje, a geração dela já é adulta e continua fazendo as mesmas coisas. Ou seja, “comprando e jogando fora, comprando e jogando fora”.

O lixo nosso de cada dia

Descartes inadequados de lixos residenciais continuam sendo freqüentes em Porto Alegre.

Lixo descartado de forma irregular na esquina das ruas Botafogo e Cícero Ahrends

A prática irresponsável de dispor os resíduos domésticos nas calçadas em dias e horários que não há recolhimento de lixo vem acontecendo em Porto Alegre há muitos anos. Segundo uma publicação da prefeitura municipal, distribuída em março do ano passado (2010), o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) coleta mil toneladas de lixos domésticos diariamente, de segunda a sábado. No domingo não há coleta e, portanto, nesse dia não pode haver depósito de lixos em vias públicas.  Ou melhor: Não poderia. O lixo espalhado no chão, conforme pode ser observado na foto acima, foi descartado no dia de hoje, domingo. A prefeitura não toma providências eficazes para que casos como esse não se repitam, enquanto isso os moradores de rua aproveitam para piorar a situação abrindo os sacos plásticos em busca de objetos de seus interesses.

É evidente que o problema do lixo doméstico começa com quem o produz, principalmente por que não dão o destino correto para eles.  Além disso, tem a questão da separação do lixo orgânico e do reciclável, outro grande problema de falta de consciência da população e inércia administrativa por parte dos agentes públicos municipal, estadual e federal. Fala-se muito em campanhas de conscientização e educação ambiental, mas, na prática, nada se percebe avançar nesse sentido.

Veja o que aponta uma tabela da revista Ecos (Nº 30, ano 16), sobre a qual me referi acima como sendo uma publicação da administração municipal de Porto Alegre, sobre as “ações freqüentes” dos moradores da capital.

Cuidados com o lixo doméstico podem gerar economia para o município, trabalho e renda para famílias pobres.

Sobre a questão da separação dos lixos orgânicos e recicláveis, vale ressaltar que a destinação correta, em dias e horários pré-definidos pela prefeitura, poderia reduzir os custos com transporte de lixo em torno de R$ 9 milhões ao ano e ainda alavancar o investimento no mercado de reciclagem em mais R$ 6 milhões por ano. Pense nisso!

Conheça e repasse a tabela com os dias e horários da Coleta Seletiva em Porto Alegre.

Clique aqui para ver a tabela.

Link reduzido para usar no twitter e nas demais redes sociais. Repasse por e-mail para seus amigos e familiares que moram em Porto Alegre: http://wp.me/sff11-211 (copie e cole)